Minhas raízes

Minhas raízes
Uruguaiana

domingo, 2 de agosto de 2009

Minhas andanças - 7º. dia


Vamos inicial nossa viagem, com a apresentação de pontos de estamos saindo, a primeira foto é na saída de Uspallata com destino a Punta de Vacas já no alto das Cordilheiras, em direção a túnel Cristo Redentor que faz divisa com o Chile. A outra é para que os visitantes deste blog, tenha uma idéia de como fica a região quando há tempestade de neve, nessa foto, foi em agosto de 2005 por ocasião da Santa Rosa, que é um tempestade respeita e temida por quem mora por lá ou quem ousa desafiá-la.Conforme a postagem anterior, nós deixamos um dia lindo para enfrentar um dia horrivel para subir. Saimos com muito frio e com uns 5 km de viagem já estávamos enfrentando a neve que caia constantemente, a ponto do limpador de parabriso não conseguir desempenhar a sua funçao. Já na saída demos de cara com uma carreta que deslizou na neve e estava encostada de lado no manontaha. Mesmo assim fomos aos poucos vencendo a subida. Em três dia vencemos 1.472 kms, mas para resolver o problema dos documentos, levamos 04 dias. De Uspallata de onde saímos, até o Túnel do Cristo Redentor,

Las Cuevas, Polvaredas, Los Pinetentes,Puente del Inca, Los Horcones , Punta de Vacas, Sistema de Aduanas Integradas, Argentina/Chile, Túnel Cristo Redentor, Aduana chilena Lol Libertadores, Guarda Vieja, e Los Andes , cidade chilena onde se faz aduana para seguir destino.

Nesse trecho, fizemos um total 96 km, só que para fazer esse trecho qualquer caminhão carregado leva para subir ou descer entre 6 e 7 horas as vezes até mais. Mas voltando a nossa viagem propriamente dita, quando chegamos em Punta de Vacas, estava tudo trancado, estava nevando muito forte e lá quando isso ocorre é comum eles tracarem tudo não entra nem sai de lado nenhuma até a situação voltar ao normal ou dar condições de tráfego. Outro detalhe é que a partir das 21 horas não se faz mais aduana, ou seja que deseja entrar ou sair das Cordilheiras tem que obedecer esses horarios. Ficamos parados em Punta de Vacas das 13 as 17 horas. Primeiro liberaram os ônibus e depois começaram a largar os caminhões. Sentimos que íamos pegar a noite e realmente aconteceu, passamos pela aduana chilena fomos liberados e começas a descer as montanhas, incluse a parte mais complicada da viajem, são 33 curvas em ascendente ou descendente, quem desce tem que usar de todas as artimanhas para não deixar o caminhão obedecer a lei da física, que é descer sem controle, é necessário usar freio de pedal, freio motor e ainda segurar na caixa. Nesse trecho, a gente sai de 3.125 metros do nível do mar e chega em Guarda Vieja que fica a 1.125 metros NM, portanto a descida de 2.000 mts e em Guarda Vieja se chegar com o pneus fumaceando eles além de multarem arrisca apreensão da carteira inclusive. Eles monitoram lá de baixo que vai descendo, não pode ultrapassar e se correr o uso excessivo do freio aquece os pneus a ponto de fumacearem e isso eles não perdoam. Inclusive nessa viagem o meu mano segurou de mais e um chileno que vinha atráz denunciou aos Carabineiros Chilenos, o que ocasionou num multa de 50 dolares. Mesmo assim a descida foi tranquila, chegamos em Los Andes, entragamos os documentos da carga para o despachante da empres e fomos para um estacionamento chamado Maria que fica em San Rafael para esperar a liberação para seguir viagem. Na próxima postagem, vamos contar como foi a estadia nesse local até seguir em direção a Santiago do Chile que era o nosso destino

sábado, 1 de agosto de 2009



Agora cheio de moral , graças ao amigo Jaime, estou iniciando a postagem de hoje com uma linda foto de USPALLATA, onde é um refúgio no meio das montanhas e local que ficamos 4 dias estressados, comendo terra e sentindo frio, até que chegasse a liberação do caminhão. Como vocês podem observar através da fota, a beleza não tem como descrevê-la. É claro que nesse quatro dias brigamos muito eu e meu irmão Niwton, ele nego véio resmunguento, cara feia e eu hoje pensando com calma, acho que também devo ter as minhas broncas, na realidade, dois velhos que apesar de estarmos toda camurriando, temos um carinho especial um pelo outro. Eu firme nas panelas, não tem coisa que eu mais goste é da caixa do caminhão, porque ali é quem viaja carrega seus mantimentos e felizmente nossa cozinha como ela chamada, esteve durante a viagem repleta de bóia e o vinho bagaceiro que Niwton e ainda na frente do correntino me fez tomar um trago e dizer o que eu achava. Não tive coragem de condenar o vinho podre que ele tinha comprada, pura anilina e alguma coisa mais porque o gosto era horrivel. A partir de agora e conforme eu for me habilitando nas postagens, vou ilustrar o bate papo com fotos dos lugares onde passamos.O domingo foi muito bom, fez uma temperatura de 25 graus, sem vento, realmente um ótimo dia. Eu aproveitei para caminhar, eu já tinha passado várias vezes por ali, pois antes dessa viagem eu trabalhei numa Firma em Uruguaiana, a Trans-Ritmo Ltda, importação de exportação de carros zero km, puxei muito chassi de caminhão, micro-onibus, onibus, caminhoões, nos levava de tudo para a Argentina e Chile e as vezes nós ia a São Paulo buscar os carros, experiência no trecho não me faltava. Toda a região em torno das cordilheira é praticamente um deserto ou melhor é um deserto, água só do degelo das Cordilheiras, mas não é potável, para uso doméstico tem que ser tratada. Mas mesmo sendo deserto, as plantações são enormes, vinhedos, pomares de pessêgo, enfim uma série de agricultura que é regada pela água do degelo e controlada através de sisternas, que são monitoradas 24 horas por dias com desvio de águas nas canaletas que descem as montanhas. A liberação chegou no domingo a noite, na segunda feira já podiamos subir, mas tendo em vista as informações que recebemos la de cima, resolvemos esperar. Eu era da opinião que tinhamos que subir, mesmo com o frio de 10 graus negativos mas o Niwton achou melhor sairmos no outro dia cedo. Para surpresa nossa, a tardinha o tempo mudou completamente, ameaçando chover ou nevar. Mas ai já era tarde , só nos restava nos acomodar na gabines e esperar o outro dia para ver no que ia dar. Na próxima postagem vamos contar a nossa viagem até Los andes no Chile.












quinta-feira, 30 de julho de 2009


Hoje estamos de parabens, consegui graças ao um amigo mais inteligente do que eu, ele me ensinou a inserir as imagens que eu queria. Portanto graças ao colega Jayme, estamos começando nossa postagem com uma foto de Uspallata, onde por falta de documentos ficamos por 4 dias, curtindo as belezas das montanhas geladas e ainda sofrendo como o forte vento e o frio, diga-se de passagem que o nosso caminhão não tinha calefação, o que eu só fiquei sabendo depois que não tinha como voltar. Viajar naquele lugar sem calefação é crime hediondo. Esses quatro dias, foram um verdadeiro sufoco, creio que pagamos ou eu paguei todos os pecados que devia pro Senhor, creio ainda que não fiquei devendo nada e por isso o homem veio me deixou continuar por mais alguns anos por aqui, espero que o meu crédito seja o suficiente pra mim ainda ficar por mais uns 30 aninhos, já é o suficiente. Lá meus amigos ou melhor em toda aquelas montanhas, tem um pó que parece um talco, que a gente pisa e enterra o calçado, as vezes é preto ou as vezes branco, é um pó vulcânico que quando venta, ele entra no nariz, na boca, nos ouvidos, enfim ele penetra na roupa, nas panelas e copos que a gente está usando, por mais que se tente limpá-lo ele permanece colocado ao corpo, nos dentes , quando passamos a lingua, parece que tem areia, é um terror. As pessoas da região não reclamam , estão acostumados. Durante o dia, as vezes é quente, chega a uma temperatura de uns 20 ou 22 graus e a noite, bem essa é terrível, lá não cae geadas como aqui, lá ou venta ou neva, e em qualquer circunstâncias, as madrugadas são sempre entre 10 e 15 graus negativos quando não está frio, quando esfria mesmo, chega facilmente aos 30 graus negativos. O interessante que é um frio diferente do nosso, a gente tem a senssação que não está tão frio, mas dizem que ele penetra nos ossos, gela a alma e se a pessoa não estiver bem abrigada sofre mesmo. As roupas e cobertas deles ou como em todo lugar, das pessoas que tem posses ou poder aquisitivo, são térmicas e realmente mantem a pessoa aquecida. Enfrentamos os 4 dias praticamente infurnados na gabine do caminhão, porque fora dele teve dois que não foi possivel. Uma das coisas boas que aconteceu foi que tinha um caminhão frigorifico chileno, que trazia salmão para o Brasil e o colega motorista que também estava com problemas de documentos, só comia peixe frito e vinho e por sinal que vinho, foi onde conheci e passei a tomar o vinho chileno Gato Negro que era 100 vezes superior ao Patero Argentino que o meu irmão tinha comprado. Por sinal, pra combater todas essas adversidades , só tomando muito vinho. A foto acima é a entrada de Uspallata. Na próxima vou contar quando foi a nossa saída em direçao ao Chile.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Minhas andanças - 4º. dia

Vamos descrever para os que acompanham este blog, o que significa Uspallata para quem viaja para Chile. Uspallata é um posto alfandegário Argentino e um refugio para qualquer contratempo que possa ocorrer na região. Em Uspallata, tem posto de combustível, hoteis, pousadas, restaurantes, quartéis, enfim um parador como dizem os argentinos, só que com muitos recursos para socorrer quem precisa. De Mendonza até o túnel que divide os dois Países, de trecho em trecho existem muitas placas que advertem: '' EN CASO DE NIEVE, VUELVA INMEDIATAMENTE A USPALLATA ''Isso, por que depois que passamos por Uspallata, arecém é que vamos realmente enfrentar as Cordilheiras, as montanhas e todo o perigo que elas representam. Eu tive a oportunidade de retornar a Uspallata quando uma tempestade de neve formou-se nas montanhas. Se você não obedece as placas, a policia, o jandarmes argentinos fazem os caminhões e carros voltar para a segurança de Uspallata. Eles ainda tem um sistema de controle de velocidade nas montanhas que consiste em postos no início das Pré-Cordilheiras, anotam ás características dos veículos e a hora que você começa a subir. Antes de chegar em Uspallata outro posto recolhe as fichas de anotações e conferem a hora, pelo tempos que você levou para chegar até ali, eles sabem a que velocidade o motorista andou. Isso não adianta, porque as pessoas ou motoristas que já conhecem bem o trajeto, andam na velocidade que querem, quando chegam próximo aos postos de controle, param em locais de descanso que tem muitos, e ali deixa o tempo correr para não serem flagrados em velocidade não permitida. Para passar em Uspallata, os carros são verificados só os documentos normais e os caminhões são conferida a carga e a documentação, se estiver tudo em dia, são liberados para subir caso contrário, permanecem até regularizar os documentos. Existe no controle integrado do Mercosul, um sistema chamado Maria, esse sistema é acionado na saída do caminhão no início da viagem, no nosso caso em Paso de Los Libres, em Uspallata só é conferido, se está tudo certo, a viagem prossegue tranquilamente. Só que conosco, que erámos três carretas, as documentação de duas estavam certas e uma, exatamente a nossa deu problema, a carga não tinha sido colocada no sistema Maria. Resultado, as duas que estavam certas no outro dia subiram e nós permanecemos a espera de liberação, isto uma sexta feira, a 1.472 kms longe de tudo e de todos, e ainda a responsabilidade de resolver o problema era nossa, tinhamos que entrar em contato com a empresa no Brasil para arreglar tudo. Imaginem a bronca. Ficamos transtornados, mas não teve outra solução a não ser esperar os documentos. Na próxima postagem, vou contar o sufoco que foi os três dias que ficamos comendo terra e frio em Uspallata.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Minhas andanças-3º. dia

Hoje esto mudando alguns itens porque estou me amançando aos poucos com este moço e cada vez que eu aprender vou inovando gradativamente. Estou feliz também, que após implorar , pedir publicamente para que me ensinassem a postar fotos, acabei aprendendo na marra. Essa foto não é ainda as que quero postar no blog, mas ao menos é uma pequena mostra do que enfrentamos quando desafiamos a natureza nas Cordilheiras do Andes. A beleza lá é incomensurável, costumo dizer que é muito dificil contar, a pessoa tem que ver, cada vez que tu vai lá ela é diferente. Mas o que realmente quero ainda colocar para os que me dão a honra de acompanhar esta viagem, são fotos dos lugares por onde passei, só que preciso primeiro apreender a postar as fotos do google earth que ainda não sei, se você me ensina. Reinicio a nossa viagem com duas preocupações, uma o Felipe Massa que felizmente esta reagindo muito bem e a outra é que o motorista oficial da nossa viagem foi ontem para Buenos Aires, vamos torcer para que transcorra tudo bem na sua viagem. Nós posamos em Villa Mercedes e saimos numa manhã linda de sol, com noticias boas das Cordilheiras. Para que vocês entendam, quem viaja para aquela região, utiliza muito a informação de quem está vindo de lá, que vem descendo traz noticias das condições climáticas lá em cima, mesmo que por lá o tempo mude repentinamente,mas as informações repassadas pelos colegas, parecem que dão uma certa tranqulidade ou diminuem a tensão que sempre é enfrentar as alturas geladas. Passamos por vários lugares, mas vou citar só as localidades mais importantes do trecho. San Luiz é uma cidade de médio porte, logo enseguida chegamos a Desaguadero, que é a divisa entre San Luiz e Mendoza. Existe ai um pórtico de sáida e outro de entrada na Província de Mendoza. Na Argentina as Províncias que correspondem aos nosso Estados, são independentes, tem leis próprias, portanto o que é cobrado numa pode não valer nada na outra. Para entrar em Mendoza, não pode levar nada de frutas, tais como laranjas, pêssegos, bananas, maçãs, etc... é comum os motoristas darem para os moradores das proximidades dos postos de fiscalização para evitar complicações. Desaguadero também o nome de um rio que passa no local, proveniente do degelo das montanhas, água não potável. É preciso ainda explicar que nessa região já é um deserto com em toda a Provincia de Mendoza, cujas plantações de uvas e muitas frutas, são regadas por canaletas da água do degelo.Em La Paz uma das tantas cidades e Vilarejos por onde passamos, meu irmão comprou um garrafão de vinho de nome Patero, muito conhecido na região. Só que o que ele comprou acho que era adulterado, porque era ruim barbaridade. Depois de comprarmos o vinho e almoçar, passamos por San Martin,Mendoza, Lujan d Cuio, saimos da ruta 40 e pegamos a ruta 7 que segue para as montanhas. Ai temos as Pré - Cordilheiras, que no meu entendimento são muito mais perigosas que as Cordilheiras propriamente ditas. A estrada é composta de muitas curvas em cotovelo, com verdadeiros precipícios de mais de 1.500 mts de profundidade, muitos túneis em curvas, realmente muito perigosa. Até chegarmos em Uspallata onde pernoitamos, passamos já nas montanhas, por Potrerillos e Las Cuevas . Não esquecendo que nós ia em comboio com mais duas carretas. Na próxima vamos conhecer Uspallata e vocês saberão a importância que esse lugar é pra quem passa por esses caminhos.

sábado, 25 de julho de 2009

Minhas andanças

Estou ainda bastante chateado por nao ter conseguido postar fotos. Já descobri que devo ativar ou desativar um tal de bloqueador de pop-ups ou coisa parecida. Só que tentei mas não consegui nem bloquear ou desboclear. Hoje pensei em escrever sob a viagem, mas sou obrigado a mudar temporariamente o assunto para depois voltar a viagem que no momento, estamos pernoitando em Villa Mercedes e vamos ficar por lá até eu me pronunciar a respeito deste frio. Gente, eu viajei várias vezes ao Chile, Argentina, Uruguai, grande parte do Brasil e nunca mas nunca mesmo enfrentei uma temperatura tão baixa como a que estamos enfrentando estes dias aqui no Rio Grande do Sul. O trecho das Cordilheiras dos Andes de Mendoza a Santiago do Chile, creo que já passei umas 8 vezes entre ida e volta, mas jamais enfrentei tanto frio como este de agora. Olha que por lá andei inclusive durante a noite, chegando em Los Andes 23 horas e sinceramente acho que não senti um frio como este. Enfrentei a Santa Rosa, que é a tempestade de neve mais temida por quem anda por aquelas bandas, que me lembre uma noite, um carabineiro chileno me disse que a senssação térmica em Guarda Vieja estava 23 graus abaixo de zero, devia ser umas 22 horas da noite. Olha estava frio, dava pra sentir na pele a senssação gelada, racha os lábios, a respiração parece uma chaminé mas uma coisa suportável. Eles dizem que lá o frio é enganador, a gente pensa que não está frio, mas ele penetra nos ossos, vai minando a pessoa até congelar. Mas lá é uma coisa normal. Eu sempre disse que o frio daqui é mais complicado que o de lá. Aqui, quando venta, o verdadeiro minuano, não tem roupa que o ataque. O que ocorreu neste inverno com certeza já aconteceu em outras ocasiões, eu lembro que quando eu era guri, caia geadas grandes como essas que tem caído, virava gelo tudo que era água que ficava ao relento, é claro que naquela época não tinha nem termômetro para medir a temperatura, por isso que hoje as pessoas se apavoram com as temperatura registradas. Mas a realidade é uma só, senssação térmica de 20 graus abaixo de zero como fez em São José dos Ausentes é demais. Por isso hoje vamos ficar com o frio e depois seguir a nossa viagem que também vai subir as Cordilheiras e lá durante a noite gela até a alma de quem se atreve a enfrentá-las.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Minhas andanças

Bem estamos com um pequeno grande problema, quem ler este comentário e souber me dar uma luz, ficarei muito grato. Meu e-mail é oteatino@hotmail.com. Eu não estou conseguindo postar fotos e isto está me deixando chateado, eu quero quando relatar cada dia ou cada episódio da minha viagem, colocar fotos ilustrativas dos lugares por onde andei, mas não sei o que fiz ou me deu um branco que não consigo me encontrar. Hoje estou muito feliz , o meu irmão que estava em La Rioja com toda essa confusão da Gripe A, já chegou e está muito bem. Disse - me que o contra veneno para esse virus que está apavorando todo mundo, é muito vinho, wisk, alho e beijo na boca, se alguém acreditar nessa maracutaia é só usar a receita. De repente pode ser verdade, eu estou usando metade dos ingredientes, tenho tomado vinho e felizmente estou bem e espero passar tranquilo esse mar de incertezas. Amanhã vou procurar ajuda para postar minhas fotos. Mesmo não estando nas Cordilheiras, estamos enfrentando um frio de renguear cusco, temperaturas identicas a que enfrentamos nas montanhas na maioria das vezes. Lá ela só baixa mesmo a noite ou quando está nevando ou ventando.Por hoje vou ficar por aqui até corrigir o meu erro gráfico.