
Este é o slogan do meu candidato à Presidência do MTG, Conselheiro Fabio Mattos, indio de Bagé e defensor ferrenho das divergências na 18ª. Região. O título de hoje, refere-se ao assunto dos bailes em BAGÉ na reportagem de hoje da ZeroHora. Não sei o posicionamento do candidato a respeito, mas uma coisa é certa, o gaúcho Fabio é um homem jovem mas experiente, inteligente e sabe que tem que posicionar-se sob o assunto,é isso que esperamos dessa mudança. A troca da minho foto no blog hoje, tem uma justificativa. Independente da roupa que eu estiver vestindo, serei gaúcho e tradicionalista em qualquer circunstância. Sou Brigadiano aposentado e para defender a Instituição que me deu oportunidades e direcionamento da minha personalidade, não preciso estar fardado, onde eu estiver, jamais admitirei sem interferir que falem mal da minha Instituição, é claro que que hoje nem sempre estamos com a verdade, por que lá tambem existem os que usam a farda para falcatruas inclusive quando desempenham cargo no próprio Movimento. Portanto pilchado ou não, serei tradicionalista onde estiver. A posição tomada pelos CTGs de Bagé, é uma posição coerente com uma administração moderna. O que tenho ouvido dos dirigentes do Movimento, que a probreza das Entidades é falta de gestão, chega ao limite do rídiculo. Só justifica esse posicionamento, a necessidade de exploração em cima das Entidades. Falta gestão, para as medidas ditatorias tomadas por gestões irresponsáveis, que só pensam em arrecadar sem preocupar-se em dar retorno, o único retorno que eles dão é as punições e ameaças. Aqui na Região Sul quem não tiver a coragem que tiveram esses CTGs, morrem a mingua, ou sobrevivem a custa de repasse de alguns pretensos lideres que usam esse meio para manter Entidades atreladas a Associações que foram criadas com um únicos objetivo, satisfazer os interesses particulares de poucos em prejuizo de muitos. Eu defendo o uso obrigatório de pilchas para Entidades, só em eventos oficiais, ser rigoroso durante os 7 dias da Semana Farroupilha, fora disso é preciso liberar sem deturpar a nossa história, só assim sobreviverão os que ainda resistem. Terminar com a cobrança única da anuidade no primeiro mes do ano, isso é mais um absurdo que está tirando a participação nos Congressos, essa arbitrariedade júridica proibe e afasta e continuará afastando grande parte de Entidades que querem mas não podem participar. Portanto devemos urgentemente cobrar a anuidade em 4 trimestres e para participar do Congresso a Entidade deve estar com o primeiro trimestre pago. Parabens aos CTGs de Bagé ou me digam que o ex Coord. Mirabeou não tem cacife para liderar essa mudança.








