Somos obrigados a abordar o assunto do momento e para tanto fizemos uma serie de pontos e contrapontos para não querer ser o dono da verdade ou querer julgar os outros como se fossemos inatingível nos contratempos dos nossos dias.
Hoje ao olhar um debate, num dos tantos canais de televisão – exceto a Globo – uma das componentes do programa, perguntou a outro que procurava defender a atitude do jovem Daniel, o que ele faria se em baixo do edredom estivesse a sua mãe.
Ele não respondeu, mas eu quero dar a minha resposta.
Se a minha mãe – que Deus o tenha -, minha irmã ou enfim qualquer pessoa ligada aos meus familiares que se expusessem como a moça se expôs, com certeza seria passível do que aconteceu.
A discussão e o mérito, de quem errou é culpado ou inocente, vai muito longe, com certeza a justiça será chamada para dar a sua versão oficial do acontecido e espero sinceramente que o culpado que ainda esta sendo acusado timidamente, seja exemplarmente punido.
Que sou eu para julgar uma empresa poderossima como a Rede Globo. Mas quer me parecer que a maior culpada de tudo isso, é o fato dessa empresa achar que pode tudo.
Esse programa nada mais é, que a apologia, a bebida, ao vicio e ao sexo explicito em pleno horário nobre onde as famílias encontram-se reunidas no seio dos seus lares.
O que transmite o Pedro Bial, em suas intervenções, querendo banalizar o absurdo, como se fossemos pessoas bitoladas, sem discernimento do que vimos e ouvimos isso sim é um crime cometido contra a sociedade brasileira.
Não quero nem pensar que ali houve discriminação, pois se o comportamento do jovem foi repreensível porque a moça não teve o mesmo destino, a saída do programa.
Tudo ali foi consentido, portanto, não houve crime, mas só um sofreu punição exemplar.
E pelo que me parece, a moça já anda se inserindo com outros participantes, certamente está livre para levar outro a tentação.
Certa feita eu pensei que sabia regras de futebol de salão e me atestei como juiz desse esporte, numa cidade pequena, mas que essa modalidade era disputadíssima.
Pagavam em torno de 15 pilas para os juízes e vi ali o leite das crianças, comecei a apitar até que me vi julgando uma final com os dois melhores times da cidade.
Quadra cheia, cachê dobrado, eu já pensando num churrasquinho de fim de semana, dei início ao meu trabalho.
O time A jogava pelo empate, o time B ganhava por 1x0, quando o pivô do time A pegou uma bola livre e colocou toda a sua potência no chute.
1x1, só que a bola antes de entrar no gol, bateu no garrafão do jogo de basquete, rebateu nas costas do goleiro e entrou e eu confirmei o gol.
Não é preciso contar o resto, fim de carreira como árbitro e ainda tive que dar entrevistas no jornal e na rádio AM – naquela época não existia FM – além é claro de comprometer a minha autoridade de Sargento nos tempos de exceção do nosso País.
Fiquei que nem os moços do programa da Globo, tentando explicar o inexplicável.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Mazelas Sociais
É cada dia mais estarrecedor os números apresentados pelos meios de comunicações em relação aos estragos produzidos pelas enchentes e estiagens que se abatem sobre o nosso País.
Os meios de comunicações estão sempre fazendo comparações que esta ou aquela enchente ou estiagem está sendo maior ou menor que em anos anteriores.
Na realidade independente de ser ou não ser maior ou menor, os estragos sempre são os mesmos.
Quem não chega às lágrimas ao ver o sofrimento e a perda em vidas e patrimônio das pessoas atingidas.
Mas o pior, o mais triste, o mais constrangedor, é sabermos que tem pessoas inescrupulosas, que usam e abusam desviando os recursos destinados aos atingidos.
Nosso País peca com suas leis que beneficiam sempre os infratores, verdadeiros bandidos que transvertidos de funcionários públicos ou os famigerados CCs roubam escandalosamente e por incrível que pareça às punições ou condenações dessas pessoas nunca chegam ao nosso conhecimento. É necessário registrar que entre os funcionários mencionados, existem pessoas honestas e responsáveis, que são denegridas em suas funções pelos ditos cujos já citados.
Quem não é atingido, olha seguro, tranqüilo, sem medo, penalizado,olha a desgraça alheia com a certeza que ela não o atingirá.
Será mesmo que não o atingirá?
E as mazelas do dia a dia?
Essas nos atingem todos os dias. É claro que não tem o poder da mídia, gente fica sabendo ou quando sabe não dá muita importância, mas elas também corroem a sociedade, com um trabalho formiga, matando aos pouquinhos.
Esse pouquinho, se somados, com certeza já mataram e continuarão matando muitas pessoas.
As mazelas sociais matam sem fazer alarde, sem mídia, sem ajuda humanitária, sem perdão de dívidas, sem o auxilio de ninguém, enfim são mortes silenciosas e tão violentas quanto as que estamos assistindo todos os dias.
Eu não colaborei com nada em relação às enchentes ou estiagem, até porque o pouco que tenho não faria diferença com o volume material e financeiro que chega nessas regiões, mas tenho certeza que todos os dias colaboramos com as Mazelas Sociais que atinge a nossa cidade, os nossos vizinhos, o nosso bairro, enfim, essas atingem a todos nós.
Não tenho dados concretos, mas se contabilizarmos as pessoas (velhos, crianças, indigentes,...) que morrem no dia a dia das nossas cidades, não vamos ficar muito longe do que acontece nessas catástrofes pontuais.
Feito esse levantamento, teremos um número considerável de mortos diante dos nossos olhos.
Quantos vegetam nas periferias das nossas cidades, passando fome, frio, morando em baixo de lonas plásticas, em barracos de papelão, em baixo de pontes, doentes, sem assistência médica?
Somos inocentemente, muitas vezes, levados pelo poder da mídia a ajudar nossos irmãos distantes (que também merecem) esquecendo de olhar para o nosso umbigo, onde temos aqueles que estão clamando por um apoio, um auxilio uma palavra de conforto.
Quem se lembra de tantas outras ocorrências semelhantes que dizimam patrimônios e vidas?
Os que morreram, ‘’descansaram’’ e os vivos que ficaram para enterrar seus mortos e enfrentar o dia-a-dia do nada que restou, a não serem problemas e dificuldades.
Será que essa gente reconstruiu suas vidas, será que o governo realmente fez a sua parte, será que alguém cobrou essa ajuda?
Ou quem sabe o dinheiro para socorrê-los teve o mesmo caminho ou desvio que teve o destinado aos atingidos no Rio de Janeiro em 2011?
Temos a memória curta, e a mídia avassaladora que se abate sobre nós faz com que esqueçamos rapidamente dos nossos semelhantes que são todos os dias atingidos pelas MAZELAS SOCIAIS
Os meios de comunicações estão sempre fazendo comparações que esta ou aquela enchente ou estiagem está sendo maior ou menor que em anos anteriores.
Na realidade independente de ser ou não ser maior ou menor, os estragos sempre são os mesmos.
Quem não chega às lágrimas ao ver o sofrimento e a perda em vidas e patrimônio das pessoas atingidas.
Mas o pior, o mais triste, o mais constrangedor, é sabermos que tem pessoas inescrupulosas, que usam e abusam desviando os recursos destinados aos atingidos.
Nosso País peca com suas leis que beneficiam sempre os infratores, verdadeiros bandidos que transvertidos de funcionários públicos ou os famigerados CCs roubam escandalosamente e por incrível que pareça às punições ou condenações dessas pessoas nunca chegam ao nosso conhecimento. É necessário registrar que entre os funcionários mencionados, existem pessoas honestas e responsáveis, que são denegridas em suas funções pelos ditos cujos já citados.
Quem não é atingido, olha seguro, tranqüilo, sem medo, penalizado,olha a desgraça alheia com a certeza que ela não o atingirá.
Será mesmo que não o atingirá?
E as mazelas do dia a dia?
Essas nos atingem todos os dias. É claro que não tem o poder da mídia, gente fica sabendo ou quando sabe não dá muita importância, mas elas também corroem a sociedade, com um trabalho formiga, matando aos pouquinhos.
Esse pouquinho, se somados, com certeza já mataram e continuarão matando muitas pessoas.
As mazelas sociais matam sem fazer alarde, sem mídia, sem ajuda humanitária, sem perdão de dívidas, sem o auxilio de ninguém, enfim são mortes silenciosas e tão violentas quanto as que estamos assistindo todos os dias.
Eu não colaborei com nada em relação às enchentes ou estiagem, até porque o pouco que tenho não faria diferença com o volume material e financeiro que chega nessas regiões, mas tenho certeza que todos os dias colaboramos com as Mazelas Sociais que atinge a nossa cidade, os nossos vizinhos, o nosso bairro, enfim, essas atingem a todos nós.
Não tenho dados concretos, mas se contabilizarmos as pessoas (velhos, crianças, indigentes,...) que morrem no dia a dia das nossas cidades, não vamos ficar muito longe do que acontece nessas catástrofes pontuais.
Feito esse levantamento, teremos um número considerável de mortos diante dos nossos olhos.
Quantos vegetam nas periferias das nossas cidades, passando fome, frio, morando em baixo de lonas plásticas, em barracos de papelão, em baixo de pontes, doentes, sem assistência médica?
Somos inocentemente, muitas vezes, levados pelo poder da mídia a ajudar nossos irmãos distantes (que também merecem) esquecendo de olhar para o nosso umbigo, onde temos aqueles que estão clamando por um apoio, um auxilio uma palavra de conforto.
Quem se lembra de tantas outras ocorrências semelhantes que dizimam patrimônios e vidas?
Os que morreram, ‘’descansaram’’ e os vivos que ficaram para enterrar seus mortos e enfrentar o dia-a-dia do nada que restou, a não serem problemas e dificuldades.
Será que essa gente reconstruiu suas vidas, será que o governo realmente fez a sua parte, será que alguém cobrou essa ajuda?
Ou quem sabe o dinheiro para socorrê-los teve o mesmo caminho ou desvio que teve o destinado aos atingidos no Rio de Janeiro em 2011?
Temos a memória curta, e a mídia avassaladora que se abate sobre nós faz com que esqueçamos rapidamente dos nossos semelhantes que são todos os dias atingidos pelas MAZELAS SOCIAIS
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
INTROSPEÇÃO
Essa palavra eu aprendi num curso de relações humanas que fiz em Uruguaiana, quando servi por la como 3º Sgt° Rádio Telegrafista - pica pau - . Desde então, eu gostei dela e o que ela significa e partir daí, passei a usá-la como filosofia de vida. Na realidade, ela nos ensina a não julgarmos sem antes fazer uma pergunta para nós mesmo. O que faríamos se estivessemos no lugar da pessoa que errou, ou fez algo que a nosso ver merece uma condenação sumária? Ensina também, que a cada dia de nossa vida, devemos reservar não mais que um minuto para olharmos para dentro de nós mesmos e ver o que fizemos de útil ou de benefícios a nossos semelhantes? E depois desse análise, tirar tudo que de bom praticamos e o que de ruim foi feito, jogarmos na lata do lixo sem constrangimentos.Me perdoem a insistência num assunto que já foi abordado várias vezes neste blog.Gente eu reservei não um minuto, mas algumas horas para analisar os festejos do fim do ano. Parei, pensei e aqui está o meu posicionamento a respeito. Pelo menos eu, não vi nada, a não ser o desespero do comércio em vender sem ter a mínima preocupação sentimental com respeito aos que nada têm e que não conseguem muitas vezes nem comer ou quando comer, comer um arroz a grega doado num saco de lixo preto - isso à menos de 1000 metros do Palácio da Alvorada em Brasília -. No comércio o que mais ouvi ou vi, foi a expectativa de vendas , que seria tantos por cento à mais do que o ano passado. Me voltei para o espiritualismo, olhei partes da missa do galo e o que vi: Paramentos em ouro puro, uma pura demonstração de poder e soberba,todos nós sabemos de onde vieram esses recursos. Sentimentos muito pouco ou quase nada, para mim só representações como verdadeiros atores.Mas e EU o que fiz? Também nada, a não ser -forçado- me individar cada vez mais. Para mim, nada mudou ou melhor mudou sim, hoje estou devendo mais e pagando muito mais, pois nossos governos, sem o mínimo sentimento por seus governados, aumentam tudo, IPVA,IPTU,ÁGUA,LUZ, ETC...ETC...ETC... Aceito com a maior tranquilidade as críticas que com certeza receberei, pois às mereço, porque tembém nada fiz para melhorar ou ajudar a melhorar a vida de outros.
sábado, 31 de dezembro de 2011
FELIZ 2012
Quero agradecer aos meus seguidores e todos aqueles que aportam neste BLOG, por me darem a oportunidade de chegar tão longe e atingir a tantos com minha idéias, posições e comentários. Quero desejar a todos, muita saúde, felicidade, realizaçóes, sucesso e principalmente pedir a DEUS que nos permita em 31 de dezembro de 2012, estarmos aqui, comemorando e agradecendo as conquistas do ano que se inícia.
Ass. O Teatino
FIMDI
Trinta e um de dezembro de 2011, tudo pronto para as comemorações da entrada do novo ano. Os filhos todos já tinham chegado, com a exceção de um que não poderia vir por compromissos profissionais.Carros estacionados, camas por todos os lados, a casa um burburim só, gente entrando outros saindo, uns levantando, outros deitando, enfim um verdadeiro movimento de gente, que alegrava a todos. Era visível ver nos rostos, nas atitudes, a alegria, a satisfação, por ver todos ou quase todos juntos, o que é realmente difícil em qualquer família.Nem sempre é possível vir ou ir, sempre uns não conseguem. A alegria do juntamento, da falta de lugares, da falta de espaço, da desorganização, enche a todos de felicidade. Filhos, noras ,genros e até os netos, tirando sarro dos velhos, que não vestem como eles, que não estão bem informados como eles, que às vezes não conseguem ouvir os assuntos discutidos mas que mesmo assim são imensamente felizes por poder estar e sentir esses momentos. Na avalanche dos afazeres domésticos para estarem de acordo com as normas sociais para o fim de ano e início do ano novo, sempr falta alguma coisa e quem deve servir de mandalete são sempre os anfitriões, que devem de tudo fazer para satisfazer a todos. Foi nesse clima, que faltou algo e a lista foi feita para que ele fosse no mercado buscar o que faltava. Ele sem reclamar e até com muita satisfação de sentir-se útil, pegou o carro e saiu até com uma alegria interior, pois naqueles minutos ausente, sentiria um pouco de tranquilidade e calma para tentar colocar suas idéias em ordem. Eles, não entendem que quem vive já há muitos anos sozinho, acostuma com a solidão, com a tranquilidade de seu companheiro(a) e que nesses momentos de satisfação e alegria, também sente-se inseguro e intranquilo com o corre corre de suas tão queridas visitas.Chegando no mercado, lá o clima não era diferente, estava cheio, abarrotado de carros e gente, gritos, empurrões, ofertas, alto falantes com som estridente, enfim uma coisa natural nessas festas. Lá também enquanto comprava e conferia a sua lista , encontrou amigos e com eles foram trocados os cumprimentos referente a data. Após completar sua compra, passou no caixa e enquanto aguardava na fila, sentiu que deveria antes de pagar e guardar as compras no carro, tinha que passar no banheiro, sua bexiga já estava cheia e necessitava ser esvaziada. Saiu do caixa, entrou no banheiro, urinou, olhou o relógio e sentiu que tinha demorado muito, precisava voltar, certamente seria chingado por ter demorado.Ao sair do banheiro, viu que alguém tinha esquecido o carrinho com as compras na porta do banheiro. Pensou consigo mesmo, bota coragem entrar no banheiro e deixar as compras,mas não deu muita importância à essa observação, pegou o carro no estacionamento e dirigiu-se para casa. Quando chegou, quase todos perguntaram ao mesmo tempo: CADÊ AS COMPRAS VOVÔ ?
domingo, 25 de dezembro de 2011
É NATAL
Quero desejar a todos e todas, um Natal pleno de felicidade, saúde e realizações, vamos nos unir as comemorações e curtir esta data.
sábado, 24 de dezembro de 2011
CRIME
Encerra-se o ano de 2011 com um projeto já aprovado pela Câmara Federal e que passará pelo Senado no próximo ano, para que os Srs Senadores façam a sua escolha a respeito do assunto. Esperamos que nesse plenário, ele - projeto - seja totalmente discutido e jogado ao lugar que merece - a sexta... seção -. Pois o dito cujo - projeto - quer fazer uma interferência direta do Estado no ceio das famílias brasileiras. Penso que já existem leis que estão interferindo nas ações familiares, já temos o Conselho Tutelar, o Estatuto da Criança e do Adolscente, que proíbem qualquer abuso dos pais ou responsáveis com respeito a qualquer tipo de punição aos menores.Assistimos verdadeiras barbaridades e absurdos cometidos por esses ditos menores que na realidade, são verdadeiros bandidos e quando não os são, o bandidos os usam para cometerem uma série de crimes, baseados nas leis que os protejem demasiadamente.Pois agora, um Deputado Federal que não lembro o seu nome, criou, apresentou, tramitou e foi aprovado na Câmara, um projeto que vai proíbir que os pais, avós ou familiares mais próximos,possam dar palmadas nas crianças.Quem infringir essa lei, será um fora da lei, que nem os filmes de faroestes americanos. Pois eu fico pensando no meu velho que faleceu em julho do ano passado com 97 anos e em todos os outros velhos e velhas da sua época, que criaram seus filhos na ignorância, sem estudos, sem recursos, sem nada e que dessa criação surgiram tantos homens e mulheres dignos, honestos, trabalhadores, responsáveis.Será que eles a luz da história, foram foras da lei. Gente naquela época,surrar era uma maneira segura e a forma legal que os pais tinham para ensinar seus filhos, eu e meus irmãos apanhamos muito, mas felizmente todos nós somos pessoas responsáveis, honestas, formamos nossas famílias e hoje assistimos a nossos filhos seguirem o mesmo caminho.As leis são claras, se abusarmos desse poder de punição familiar, vamos ser responsabilizados, portanto vejo com tristesa que nós pais, não vamos ter mais o direito de punir, certamente essa punição será feita por estranhos, ou pelo próprio Estado, abarrotando as cadeias e centro de recuperações. NÃO A LEI DA PALMADA
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